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Corpo tatuado, cabelo azul style gotic e perna peluda pode também😊 Por Paloma Viricio As mulheres já lutaram por muitas conquist...

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Corpo tatuado, cabelo azul style gotic e perna peluda pode também😊

Por Paloma Viricio

As mulheres já lutaram por muitas conquistas, mas ainda temos muitas outras para conseguir. O preconceito com a figura feminina, a visão de sexo que não é frágil, mas que ainda pensam ser, são conceitos para esbarrar e mandar pra casa do conde.

Eu sei que o mundo está cheio de preconceitos dos mais diversos, que ainda vão permanecer por tempos na sociedade e todo esse blá,blá, blá, mas não é por isso que vou deixar de ser resistência.

Pode me chamar de feminista chata!

Melhor ser chamada assim do que ter que aturar machista/ preconceito calada.

Mas, então você se considera feministas? Não! Porque não gosto de rótulos. Estou Paloma no momento e isso basta, mas tenho meus ideais. Defendo sim, causas ideológicas que acho corretas e etc.
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Que seja aceita as diferentes belezas do mundo


Lembre-se que Feminismo não é Femismo! Ele luta pelo direito de igualdade para todos. Isso pode ser visto muito claro no livro Sejamos todos feministas da Chimamanda Ngozi Adichie, já leu? Todo tipo de radicalismo é doentio também.

O detalhe que me incomoda é o de ainda ter que seguir padrões estigmatizados, odeio padronagem.
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Por inferno com seu delineado perfeito 🤷


Quero um mundo onde o diferente seja aceito sem precisar ser apedrejado antes. Cada pessoa é única, por que estranhar o ousado? O não normal... Ser normalzinho é chato pra cassete.
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Se estiver apertada uso o masculino mesmo! Melhor que ficar com infecção ou minha bexiga explodir. Fora a simbologia sexista 😜

Foi numa dessas que esbarrei com as ilustrações da artista francesa Cecile Dormeau e quis compartilhar o trabalho dela com vocês. É uma espécie de protesto pelos abusos que nós mulheres estamos cansadas de viver, mas que muitas ainda acham normal, ou se calem por medo de represálias ou outras coisas...

Eu sou diferente e dou graças a Deus por isso!
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A louca dos gatos e das estrias. Solteirona assumida! Pego boy quando eu quiser.🙈

Quem quiser conferir mais ilustrações fofas, rebeldes e originais de Cecile Dormeau pode visitar o tumblr dela: 


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Almeida, Djaimilia Pereira de . Esse cabelo: a tragicomédia de um cabelo crespo que cruz fronteiras / Djaimilia Pereira de Almeida. – Ri...

Almeida, Djaimilia Pereira de. Esse cabelo: a tragicomédia de um cabelo crespo que cruz fronteiras/ Djaimilia Pereira de Almeida. – Rio de Janeiro: Leya, 2017.
Além de contar a inusitada história de um cabelo crespo, este livro fala também de racismo, feminismo e identidade. A novíssima estrela da literatura portuguesa chama-se Djaimilia Pereira de Almeida — e é angolana. José Eduardo Agualusa Um romance surpreendente que mistura memória, imaginação e crítica social com humor e leveza na medida certa, mas que também discute temas atuais e fundamentais como racismo, feminismo, identidade e pertencimento. Esta é a história de uma menina que chegou em Lisboa, aos três anos de idade, saída de Luanda, na África, e das suas memórias ao longo do tempo – porque não somos sempre iguais aos nossos retratos de infância –, mas é também a história das origens do seu cabelo crespo. Sua autora, Djaimilia Pereira de Almeida, está despontando como uma promessa da literatura contemporânea, e virá ao Brasil para participar da Festa Literária Internacional de Paraty, a FLIP, com grande destaque na imprensa. Falar de cabelos é uma bobagem? Não, até porque, segundo a narradora deste livro, “escrever parece-se com pentear uma cabeleira em descanso”; e visitar salões de beleza é uma boa forma de conhecer hábitos, de aprender a distinguir modos e feições e até de detectar preconceitos. Esse Cabelo narra as aventuras de um cabelo crespo – curto, comprido, amado, odiado, que se embrenha por memórias e histórias num convite ao leitor a desembaraçar todos os nós. Cabelo e escrita, identidade e ação. Da raiz às pontas, estamos assistindo também à narrativa da relação entre vários continentes e a uma geopolítica em constante transformação. O lugar de Djaimilia parece ser sempre movediço, e ela tende a fugir de qualquer nicho, etiqueta ou logotipo. Ronaldo Bressane
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Louise Sawyer (Susan Sarandon) é uma garçonete quarentona e Thelma (Geena Davis) é uma jovem dona-de-casa. Cansadas da vida monótona qu...

Louise Sawyer (Susan Sarandon) é uma garçonete quarentona e Thelma (Geena Davis) é uma jovem dona-de-casa. Cansadas da vida monótona que levam, as amigas resolvem deixar tudo para trás e pegar a estrada. Durante a viagem, elas se envolvem em um crime e decidem fugir para o México, mas acabam sendo perseguidas pela polícia americana.