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Este filme é um verdadeiro tapa na cara da sociedade. Ele deixou muitos críticos de cinema e espectadores intrigados e pensativos. Fico...


Este filme é um verdadeiro tapa na cara da sociedade. Ele deixou muitos críticos de cinema e espectadores intrigados e pensativos. Fico Imaginando a reação da conservadora sociedade Yankee ao assistir Beleza Americana (American beauty, 1999, EUA, direção de Sam Mendes).

A trama gira entorno de Lester Burnham (Kevin Spacey). Um homem que odeia o seu trabalho. Cansado da cobrança excessiva, envia um relatório ofensivo para seu chefe que o despede. Porém, ele chantageia seu ex-chefe passando a ganhar U$ 60.000 para não contar os seus segredos comprometedores e demite-se para trabalhar em uma lanchonete. Sua esposa Carolyn (Annete Bening) é uma corretora de imóveis materialista - e meio perua - que tem um caso com seu concorrente Buddy Kane (Peter Galagher). Sua filha, Jane (Thora Birch), é uma garota insegura e tímida, atormentada pela situação dos seus pais, que se apaixona pelo novo vizinho, Ricky, um garoto tímido e introvertido, aprisionado pelo seu pai autoritário e moralista, Frank, um aposentado coronel do corpo de fuzileiros navais.
(Legenda da foto da menina com pétalas: A emblemática cena em que Angela (Mena Suvari) é coberta por pétalas de rosa.)
O negocio começa a esquentar quando Lester se apaixona e começa a ter fantasias com a amiga de sua filha, Angela (Mena Suvari). Uma líder de torcida da escola. Eles começam a flertar durante as visitas dela em sua casa, enquanto sua esposa Carolyn sai todos os dias com seu amante, Buddy. Na residência ao lado, Ricky trafica drogas e fuma maconha escondido do seu pai e da sua reprimida e angustiada mãe, Barbara (Allison Janney).

 Tudo isso tendo como cenário um pacato bairro, com aquelas casinhas tão perfeitinhas de estilo americano. Porém, a vida real não é tão bonita assim. Você vai ficar de queixo caído - como eu fiquei - depois que as máscaras começarem a cair. Questões como sexualidade, repressão e família são tratadas de forma genial.

O Filme foi indicado a oito Oscars no ano 2000. Levou os prêmios de Melhor Filme, Melhor Diretor (Sam Mendes), Melhor Ator (Kevin Spacey) e Melhor Roteiro Original. O mais incrível é que a maioria dos membros da Academia são velhinhos, conservadores e tradicionalistas, mas mesmo assim concederam ao polêmico filme as principais honrarias da noite.
Moral da historia: Desculpe o clichê, mas as aparências enganam, e vivemos num mundo hipócrita. 
Trailer do Filme


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